quinta-feira, 1 de março de 2012

Preconceito Entre Pessoas De Mesmo Sexo.


Preconceito é um "pensamento" preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados. O ponto de partida do preconceito é uma generalização superficial, chamada "estereótipo”. Observa-se que, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que faz parte do domínio da crença, não do conhecimento.
O preconceito sexual é discriminar alguém pela sua orientação sexual. Homossexuais e bissexuais são agredidos por não serem "iguais" às regras da sociedade. Nesse caso, muitas pessoas escondem sua orientação sexual, por medo de insultos e preconceitos de outra ordem. A sexualidade de uma pessoa não é uma "opção sexual", a maneira como ela irá desenvolver o seu desejo sexual depende de vários fatores.
Hoje em dia fala-se muito no casamento entre os homossexuais o que é um assunto ainda muito discutido, pois as opiniões das pessoas sobre este tema são diversas. Há pessoas que acham bem que os homossexuais se casem, pois são pessoas iguais as outras e têm os mesmo direitos, pois não devem ser criticados pela orientação sexual que escolheram. Outras dizem que tudo bem até se podem "casar", mas não lhe chamem casamento, pois o casamento foi concedido para união de duas pessoas de sexo oposto. E ainda há aqueles que dizem que o homem foi feito para a mulher e a mulher para o homem, e que as pessoas do mesmo sexo não se devem unir de maneira nenhuma, pois vai contra os princípios da sociedade e da natureza
O preconceito racial é uma doença insidiosa moral e social que afeta os povos e as populações de todo o mundo. É diagnosticada pela catalogação dos seus vários sintomas e manifestações que incluem o medo, a intolerância, a separação, a segregação, a discriminação e o ódio. Apesar de todos estes sintomas de preconceito racial ser manifestados, a única causa subjacente do preconceito racial é a ignorância. Historicamente, uma raça de pessoas é definida como uma população com características biológicas distintas. 

Enquanto todos os seres humanos pertencem à mesma espécie, Homo sapiens, as raças se distinguem umas das outras por características como cor e textura do cabelo, cor da pele, cor e formato dos olhos, o tamanho de partes/membros do corpo e os órgãos faciais. Embora os cientistas tenham chegado à conclusão de que essas diferenças entre os povos são superficiais e que a humanidade tem mais características em comum do que diferentes a própria humanidade continua a ver os outros de acordo com características que são percebidas externamente.
 

De fato, os seres humanos são aparentemente diferentes. O problema surge quando os sintomas da doença tornam-se evidentes: a intolerância, a separação e o ódio. De uma forma positiva, alguém pode aceitar as diferenças dos povos em toda a face da terra e maravilhar-se com a singularidade dos indivíduos que vivem em uma parte diferente do mundo ou na sua vizinhança.
Se a sociedade deseja combater o preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução é admitir e esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Amar, não é simples­mente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido como ser humano e cidadão. A grande maioria das pessoas, àquelas que se preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina, percebem a necessidade da moderação nestas questões.
A liberdade de expressar o pensamento e a opinião, sobre qualquer tema, é o maior bem que uma sociedade democrática pode cultivar e garantir a todos os seus cidadãos. Infelizmente, uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as discriminações de caráter preventivo e apregoar a discriminação total e generalizada. 

















Matéria Feita Por Janiely Gomes.

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