Preconceito é um "pensamento" preconcebido, manifestado
geralmente na forma de uma atitude "discriminatória" perante pessoas, lugares ou tradições considerados. O ponto de partida do preconceito é uma generalização
superficial, chamada "estereótipo”. Observa-se que, o preconceito é um erro. Entretanto, trata-se de um erro que
faz parte do domínio da crença, não do conhecimento.
O preconceito sexual é discriminar alguém pela sua orientação sexual.
Homossexuais e bissexuais são agredidos por não serem "iguais" às
regras da sociedade. Nesse caso, muitas pessoas escondem sua orientação sexual,
por medo de insultos e preconceitos de outra ordem. A sexualidade de uma pessoa
não é uma "opção sexual", a maneira como ela irá desenvolver o seu
desejo sexual depende de vários fatores.
Hoje em dia fala-se muito no
casamento entre os homossexuais o que é um assunto ainda muito discutido, pois
as opiniões das pessoas sobre este tema são diversas. Há pessoas que acham bem
que os homossexuais se casem, pois são pessoas iguais as outras e têm os mesmo
direitos, pois não devem ser criticados pela orientação sexual que escolheram.
Outras dizem que tudo bem até se podem "casar", mas não lhe chamem
casamento, pois o casamento foi concedido para união de duas pessoas de sexo
oposto. E ainda há aqueles que dizem que o homem foi feito para a mulher e a
mulher para o homem, e que as pessoas do mesmo sexo não se devem unir de
maneira nenhuma, pois vai contra os princípios da sociedade e da natureza
O preconceito racial é uma doença
insidiosa moral e social que afeta os povos e as populações de todo o mundo. É
diagnosticada pela catalogação dos seus vários sintomas e manifestações que
incluem o medo, a intolerância, a separação, a segregação, a discriminação e o
ódio. Apesar de todos estes sintomas de preconceito racial ser manifestados, a
única causa subjacente do preconceito racial é a ignorância. Historicamente,
uma raça de pessoas é definida como uma população com características
biológicas distintas.
Enquanto todos os seres humanos pertencem à mesma espécie, Homo sapiens, as raças se distinguem umas das outras por características como cor e textura do cabelo, cor da pele, cor e formato dos olhos, o tamanho de partes/membros do corpo e os órgãos faciais. Embora os cientistas tenham chegado à conclusão de que essas diferenças entre os povos são superficiais e que a humanidade tem mais características em comum do que diferentes a própria humanidade continua a ver os outros de acordo com características que são percebidas externamente.
De fato, os seres humanos são aparentemente diferentes. O problema surge quando os sintomas da doença tornam-se evidentes: a intolerância, a separação e o ódio. De uma forma positiva, alguém pode aceitar as diferenças dos povos em toda a face da terra e maravilhar-se com a singularidade dos indivíduos que vivem em uma parte diferente do mundo ou na sua vizinhança.
Enquanto todos os seres humanos pertencem à mesma espécie, Homo sapiens, as raças se distinguem umas das outras por características como cor e textura do cabelo, cor da pele, cor e formato dos olhos, o tamanho de partes/membros do corpo e os órgãos faciais. Embora os cientistas tenham chegado à conclusão de que essas diferenças entre os povos são superficiais e que a humanidade tem mais características em comum do que diferentes a própria humanidade continua a ver os outros de acordo com características que são percebidas externamente.
De fato, os seres humanos são aparentemente diferentes. O problema surge quando os sintomas da doença tornam-se evidentes: a intolerância, a separação e o ódio. De uma forma positiva, alguém pode aceitar as diferenças dos povos em toda a face da terra e maravilhar-se com a singularidade dos indivíduos que vivem em uma parte diferente do mundo ou na sua vizinhança.
Se a sociedade deseja combater o
preconceito injusto e a discriminação indevida, a solução é admitir e
esclarecer as diferenças, as aparências e as realidades para que o sistema de
defesa humano as compreenda e não rejeite o que for normal e saudável. Amar,
não é simplesmente compreender, tolerar e querer bem ao próximo. Amar o
próximo é também ter a coragem de repreendê-lo para que se torne bem-sucedido
como ser humano e cidadão. A grande maioria das pessoas, àquelas que se
preocupam com o futuro da humanidade e que sabem dosar o amor com a disciplina,
percebem a necessidade da moderação nestas questões.
A liberdade de expressar o
pensamento e a opinião, sobre qualquer tema, é o maior bem que uma sociedade
democrática pode cultivar e garantir a todos os seus cidadãos. Infelizmente,
uma parte da mídia vem usando uma máscara de amor ao próximo para condenar as
discriminações de caráter preventivo e apregoar a discriminação total e
generalizada.
Matéria Feita Por Janiely Gomes.


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